Olá Queridos Leitores!
Hoje escrevo sobre um tema que particularmente gosto muito, Autoconhecimento. Penso ser fundamental em nossa trajetória conhecer a nós mesmos, até porque na medida em que nos conhecemos e sabemos mais sobre nós, mas facilidades teremos para lidar com as possíveis dificuldade que surgirão nessa trajetória, bem como desfrutaremos da vida de forma mais autêntica.
A busca sobre quem somos, é por sua vez, um processo contínuo, uma caminha, e quanto mais descobrimos e conhecemos, mais temos a descobrir e conhecer. Certa vez eu li que somos como uma ilha, imagine que pelo seus cálculos tem uns 10 metros quadrados. Cada vez que você avança no conhecimento sobre quem és, a ilha vai tomando uma proporção maior, e na imensidão de quem você é, sempre haverá mais para conhecer.
Esse caminhar, é permeado por muitas curiosidades e questionamentos, o que é natural se tratando de uma busca. A pergunta principal e que não quer calar é "Quem sou?", daí surgem diversas possibilidades. O psicanalista José Henrique Pereira e Silva acrescenta sabiamente que "Sou, portanto, alguém que experimentou algumas perdas, mas que pôde seguir em frente. Sou esse amadurecer para a realidade e para as relações com os outros; alguém que, com sorte, soube o que fazer com o amor e com a agressividade, dando a eles destinos adequados na vida". Achei lindo!
E acredito que, neste caminhar, cada um vai acrescentando à sua jornada não só os aprendizados com também um pouco (se não um bom tanto), das pessoas, dos lugares, e dos acontecimentos que cruzam essa nossa caminhada. Desta forma, para responder a pergunta que não quer calar, faremos sempre um resgate histórico de nossa vida, por onde andamos, com quem compartilhamos a vida, onde queremos chegar e o que estamos fazendo. Não é só passado, de forma alguma, já que somos seres em constante desenvolvimento, devemos considerar o que vivemos aqui e agora, e de que forma tudo isso contribui para ser quem somos. E nesse sentido, o "quem sou" se transforma numa eterna colagem de referências.
Penso nessa caminhada, um dos passos mais importantes é poder nos diferenciar dos outros. Saber o que é teu e o que é dos outros. Naturalmente carregamos muitas coisas dos outros, valores e crenças transmitidas por nossa família por exemplo, ou desejos e expectativas das pessoas em nossa volta. Quando se começa a reconhecer quais são os seus próprios desejos e quais são dos outros, surge a possibilidade de separar quem você de fato é daquilo que as pessoas acham que deveria ser.
"O autoconhecimento nunca acaba, é como uma bússola que esta sempre em constante ajuste".
Fonte: Revista Bons Fluídos - Outubro/2015
Espero que possam fazer suas reflexões e, porque não, iniciar essa caminhada! Contar com um psicólogo é sempre um bom recurso :)
O Blog PRIPSI, fala sobre psicologia, qualidade de vida, saúde, bem estar, conhecimento, pessoas.
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sexta-feira, 17 de junho de 2016
Colagem de Referências
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quinta-feira, 28 de abril de 2016
Amor Sob Medida
Hoje estou passando para compartilhar uma leitura que fiz e achei muito bacana, válida para refletirmos sobre nossas exigências, expectativas e também sobre aceitação. Parece tão difícil isso né, aceitar-se e aceitar o outro tal como é, sim, é um desafio, mas muito necessário para mantermos relações saudáveis.
Segue o texto, espero que façam boa leitura!
Maíra era uma mulher bonita, inteligente e bem sucedida. Apesar de tantas qualidades, já era uma balzaquiana sem relacionamento duradouro em sua história de vida. Depois dos 30 anos, ela passou a sonhar em ter sua família e viver um grande amor. Mas o tempo passava e ela só acumulava insucessos. Quando fazia uma retrospectiva, concluía que seus pares não valorizavam seu jeito e tampouco supriam suas expectativas.
Renato era bonzinho, mas frágil demais para vender na vida. Paulo era interessante, porém não lhe dava muita atenção. Luiz era inteligente, todavia desleixado com o visual. Renan era incrível, só que adorava olhar para outras mulheres. João era bonito e bem sucedido, entretanto não fazia questão de agradar a família dela. Cada vez que ela olhava para seu passado, se arrependia por não ter terminado com eles antes. Sim, porque, além das falhas de seus ex-namorados, eram sempre eles que tomavam a decisão de se separarem dela. Maíra olhava suas amigas casadas ou em algum relacionamento com consistência e desejava ter um amor assim. Mas quando analisava com mais profundidade os maridos de suas amigas, sentia-se satisfeita por não ter ao seu lado um homem como eles. Nenhum deles se encaixaria no perfil que ela buscava.
Como muitas pessoas de sua idade, sofria do mal de uma geração mimada, com pais que exaltaram demais suas os acertos e qualidade dos filhos. Esses quando adultos, possuem excesso de autoestima que vem acompanhada com exigências desmedidas em relação ao outro. Esse nunca é bom o suficiente. Além disso, os erros dos outros pesam demais quando não aceitamos os nossos próprios, ou quando não enxergamos nossas próprias falhas. Não há como aceitar alguém que erra, quando não aceitamos que erramos também, e nos achamos perfeitos, exigindo que o outro também seja.
Bem, com tudo isso, Maíra nunca conseguia se adaptar a ninguém. No início dos seus relacionamentos, a paixão falava mais alto e tudo transcorria como num conto de fadas. Com o passar do tempo, as diferenças faziam com que o príncipe virasse sapo e ela se tornava a "chata reclamona" que queria transformar o homem ao seu lado em um modelo de realização de seus desejos. E eles acabavam fugindo dela....
Talvez tenha faltado Maíra entender que ninguém esta no mundo para fazer o outro feliz e sim, para compartilhar a vida com a verdade das qualidades e defeitos de cada um, com a verdade do que e como somos...Ela concluiu que é preciso tolerância e paciência para viver um grande amor.
E você, o que conclui após conhecer a história de Maíra?
Fonte: Revista Studio W - Edição 36
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Borboletas
Bom Dia leitores!
Estou de volta :)
Feliz por poder escrever novamente e compartilhar com vocês minhas reflexões! Estou vivendo um momento de muitas mudanças, trabalho novo, casa nova, casamento... Estou amando tudo, e claro, por conta de todas as mudanças, ainda estou me organizando, ou melhor, organizando meu tempo com relação algumas coisas, por exemplo o blog... Mas logo logo tudo se ajeita!
E já que estou por aqui falando em mudanças, vou tentar relacionar o título (Borboletas) ao conteúdo deste post.
Falar em mudança é falar em vida, em transformação, em escolhas... E acho que a Borboleta e suas metáforas representam muito bem esse processo. Além de serem lindas, cheias de cores, vida e serem únicas, elas também vivem um processo de mudança constante, desde que são lagartas até transformarem-se em belas borboletas. Mas vale lembrar que, esse processo não é todo lindo não. Veja bem, quando são lagartas não são muito apreciadas, muitas vezes passam despercebidas e após transformarem-se em Borboletas ganham a admiração de todos, mais ou menos assim, não é?
Assim como acontece com elas, para nós as coisas também acontecem no seu tempo, exercitando nossa paciência e exigindo sabedoria e compreensão da nossa parte. O desenvolvimento humano passa por vários estágios até nos tornarmos adultos. Em cada um deles aprendemos coisas significantes, vivemos momentos significantes para nosso amadurecimento, ou para que possamos nos transformar na pessoa que somos hoje. Nem todos os momentos ou fases são lindas, mas todas elas contribuem para sermos quem somos. E continuamos assim, aprendendo, vivendo e significando essa trajetória fascinante que chamamos de vida!
Bem, por hoje é isso! Pensei em escrever sobre algo que esta latente em minha vida nesse momento (mudanças), e procurei relacionar isso com as Borboletas, você também pode fazer esse exercício, de relacionar o momento que esta vivendo com alguma coisa (animal, planta, lugar, fenômeno da natureza...), e criar assim sua metáfora, ao mesmo tempo que estará refletindo sobre sua experiencia de vida :)
Até breve leitores :)
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quarta-feira, 7 de outubro de 2015
ColecionaDor
Boa Noite pessoal!
Hoje estou passando por aqui para compartilhar com vocês uma imagem muito bacana que encontrei na net, acho que ela pode render boas reflexões.
Afinal, quantas coisas temos colecionado? Quantas coisas guardadas? Quantas coisas não ditas?
Sem mais, boa reflexão a todos.
Até breve!
Hoje estou passando por aqui para compartilhar com vocês uma imagem muito bacana que encontrei na net, acho que ela pode render boas reflexões.
Afinal, quantas coisas temos colecionado? Quantas coisas guardadas? Quantas coisas não ditas?
Sem mais, boa reflexão a todos.
Até breve!
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Amor Próprio
Quem ai ama alguém??
A resposta será quase unanime, todos amamos alguém nessa vida...Todos temos um amor!
E agora, para dificultar um pouquinho, quem ai ama a si mesmo?
Valorizando-se, aceitando-se, cuidando-se ...mais do que faz aos outros?
Já fica mais difícil para responder, não é mesmo?!
Bem, resolvi escrever sobre esse assunto pois dia após dia tenho percebido como isso é importante para nossa saúde emocional, e tenho percebido na prática clinica, o quanto essa questão esta relacionada a problemas emocionais, nos relacionamentos e na vida em geral, nas mais diversas formas de sofrimento.
Acho que todo nós deveríamos nos permitir se auto conhecer, saber mais sobre nosso "eu", quem somos, do que gostamos, quais são nossos valores, princípios, enfim.... O amor próprio começa assim, pelo auto conhecimento, afinal é complicado amar aquilo que é desconhecido, não acham?
Gosto de pensar assim: existe uma pessoa da qual não podemos fugir, ela esta o tempo inteiro conosco, ao amanhecer e ao anoitecer, na hora de comer, estudar, trabalhar, chorar, escolher... É impossível larga-la, justamente porque se trata de nós mesmos. Essa convivência com nosso "eu", com nosso ser, deve ser agradável, devemos gostar de quem somos, e isso requer descobrir-se, conhecer-se e muitas vezes respeitar e aceitar quem somos. Como já escrevi outras vezes, volto a mencionar, não são os outros, não é para os outros... É por você e para você!
Quando alimentamos o amor próprio nos sentimos mais confiantes, seguros, de bem com a vida, e assim conseguimos conviver melhor com quem amamos...Por isso, amar a si não é sinal de egoismo, mas sim de maturidade, de quem quer estar bem e feliz para poder compartilhar esse sentimento com os demais.
Espero que todos possam fazer suas reflexões e, quem sabe parar por um momento e fazer uma avaliação sobre o quanto tem cuidado de si mesmo e o quanto tem sido agradável conviver com você mesmo...
Boa leitura e até breve!
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Milho de Pipoca!
Olá queridos leitores!
Estranho o título do post de hoje, não?!
Calma ai, você já vai entender do que se trata.. rsrsrs
Quero compartilhar com vocês hoje um texto belíssimo que encontrei em minhas pesquisas e leituras pela net. Escrito pelo sábio Rubem Alves esse texto pode nos fazer refletir coisas da vida, em especial as transformações pelas quais nós passamos ou ao menos deveríamos passar!
Então lá vai:
“Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.”
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que esta sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras, a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.
Fim...
Boa reflexão a todos e até breve ;)

Estranho o título do post de hoje, não?!
Calma ai, você já vai entender do que se trata.. rsrsrs
Quero compartilhar com vocês hoje um texto belíssimo que encontrei em minhas pesquisas e leituras pela net. Escrito pelo sábio Rubem Alves esse texto pode nos fazer refletir coisas da vida, em especial as transformações pelas quais nós passamos ou ao menos deveríamos passar!
Então lá vai:
“Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.”
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que esta sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras, a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.
Fim...
Boa reflexão a todos e até breve ;)

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terça-feira, 19 de maio de 2015
Sintoma
Olá,
Eu sou o sintoma.
Tenho muitos nomes: dor de joelho, abscesso, dor de estômago, reumatismo, asma, mucosidade, gripe, dor nas costas, ciática, câncer, depressão, enxaqueca, tosse, dor de garganta, insuficiência renal, diabetes, hemorroidas e a lista continua. Ofereci-me como voluntário para o pior trabalho: ser o portador de notícias pouco agradáveis para você.
Você não entende, ninguém me compreende. Você acha que eu quero lhe incomodar, estragar os seus planos de vida, todo mundo pensa que desejo atrapalhar, fazer o mal, limitar vocês. E não é assim, isso seria um absurdo. Eu o sintoma, simplesmente estou tentando lhe falar numa linguagem que você entenda.
Vamos ver, me diga alguma coisa. Você negociaria com terroristas, batendo na porta com uma flor na mão e vestindo uma camiseta com o símbolo da “paz” impresso nas costas? Não, certo?
Então, por que você não entende que eu, o sintoma não posso ser “sutil” e “levinho” quando preciso lhe passar uma mensagem. Me bate, me odeia, reclama de mim para todas as pessoas, reclama de minha presença no seu corpo mas, não para um minuto para pensar e raciocinar e tentar compreender o motivo de minha presença no seu corpo.
Apenas escuto você dizer: “Cala-te”, “vá embora”, “te odeio”, “maldita a hora que apareces-te”, e muitas frases que me tornam impotente para lhe fazer entender mas, devo me manter firme e constante, porque devo lhe fazer entender a mensagem.
O que você faz? Manda-me dormir com remédios. Manda-me calar com sedativos, me suplica para desaparecer com anti-inflamatórios, quer me apagar com quimioterapia. Tenta dia após dia, me calar. E me surpreendo de ver que às vezes, até prefere consultar bruxas e adivinhos para de forma “mágica” me fazer sumir do seu corpo.
A minha única intenção é lhe passar uma mensagem, mesmo assim, você me ignora totalmente.
Imagine que sou a sirene do Titanic, aquela que tenta de mil maneiras avisar que tem um iceberg na frente e você vai bater com ele e afundar. Toco e toco durante horas, semanas, meses, durante anos, tentando salvar sua vida, e você reclama que não deixo você dormir, que não deixo você caminhar, que não deixo você trabalhar, ainda assim continua sem me ouvir…
Está compreendendo?
Para você, eu o sintoma, sou “A doença”.
Que absurdo! Não confunda as coisas.
Aí você vai ao médico e paga por tantas consultas.
Gasta um dinheiro que não tem em medicamentos e só para me calar.
Eu não sou a doença, sou o sintoma.
Por que me cala, quando sou o único alarme que está tentando lhe salvar?
A doença “é você”, é “o seu estilo de vida”, são “as suas emoções contidas”, isso que é a doença e nenhum médico aqui no planeta terra sabe como as combater, a única coisa que eles fazem é me atacar, ou seja, combater o sintoma, me calar, me silenciar, me fazer desaparecer. Tornar-me invisível para você não me enxergar.
É bom se você se sentir incomodado por estar lendo isso, deve ser algo assim como um “golpe na sua inteligência”. Está certo se estiver se sentindo frustrado, mas eu posso conduzir o teu processo muito bem e o entendo. De fato, isso faz parte do meu trabalho, não precisa se preocupar. A boa notícia é que depende de você não precisar mais de mim, depende totalmente de você analisar o que tento lhe dizer, o que tento prevenir.
Quando eu, “o sintoma” apareço na sua vida, não é para lhe cumprimentar, é para lhe avisar que uma emoção contida no seu corpo, deve ser analisada e resolvida para não ficar doente. Deveria se perguntar a si mesmo: “por que apareceu esse sintoma na minha vida”, “que pretende me alertar”? Por que está aparecendo esse sintoma agora?
Que devo mudar em mim?
Se você deixar essas perguntas apenas para sua mente, as respostas não vão levar você além do que já vem acontecendo há anos. Deve perguntar também ao seu inconsciente, ao seu coração, às suas emoções.
Por favor, quando eu aparecer no seu corpo, antes de procurar um médico para me adormecer, analise o que tento lhe dizer, verdadeiramente, por uma vez na vida, gostaria que o meu excelente trabalho fosse reconhecido e, quanto mais rápido tomar consciência do porquê do aparecimento no seu corpo, mais rápido irei embora.
Aos poucos descobrirá que quanto melhor analisar, menos lhe visitarei. Garanto a você que chegará o dia que não me verá nem me sentirá mais. Conforme atingir esse equilíbrio e perfeição como “analisador” de sua vida, de suas emoções, de suas reações, de sua coerência, não precisará mais consultar um médico ou comprar remédios.
Por favor, me deixe sem trabalho.
Ou você acha que eu gosto do que eu faço?
Convido você para refletir sobre o motivo de minha visita, cada vez que eu apareça.
Deixe de me mostrar para os seus amigos e sua família como se eu fosse um troféu.
Estou farto que você diga:
“Então, continuo com diabetes, sou diabético”.
“Não suporto mais a dor no joelho, não consigo caminhar”.
“Aqui estou eu, sempre com enxaqueca”.
Você acha que eu sou um tesouro do qual não pretende se desapegar jamais.
Meu trabalho é vergonhoso e você deveria sentir vergonha de tanto me elogiar na frente dos outros. Toda vez que isso acontece você na verdade, está dizendo: “Olhem que fraco sou, não consigo analisar, nem compreender o meu próprio corpo, as minhas emoções, não vivo coerentemente, reparem, reparem!”.
Por favor, tome consciência, reflita e aja.
Quanto antes o fizer, mais cedo partirei de sua vida!
Atenciosamente,
O sintoma.”
Autor desconhecido
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Nossa Responsabilidade!
Olá queridos leitores!
Depois de um tempo ausente, retornei e sabe que eu já estava com saudade de escrever, porque é uma coisa que eu adoro...PENSAR E ESCREVER!!
Hoje escrevo sobre nossa responsabilidade sobre aquilo que vivemos. Sempre enfatizo aqui no blog e também no trabalho que realizo na clínica, sobre a importância de nossas escolhas e a responsabilidade que devemos exercer sobre tais escolhas e de forma geral sobre nossa vida.
Já escrevi coisas do tipo, é nossa responsabilidade ser feliz, viver plenamente, que não deveríamos esperar pelos outros, responsabilizando-os pelo nosso bem estar ou felicidade, enfim. De fato, para algumas pessoas é muito mais comodo esperar pelos outros. Alguns esperam que o médico vai resolver seus problemas de saúde, esperam que o psicólogo vai curar sua dor emocional, o personal trainer vai tirar uns 8 kg como um passe de mágica, que o marido vai realizar todas as fantasias....e por ai vai!
Tudo aquilo que queremos alcançar necessita que nos responsabilizemos por isso, que empenhemos, necessita algum esforço e dedicação nossa. Esperar pelo outro é como tirar de si tais responsabilidades.
Para que possamos viver plenamente e sermos atuantes em nossa vida, precisamos nos responsabilizar pelo que queremos ser e fazer, nos responsabilizar pelos nossos objetivos. Primeiramente é necessário se conhecer, e ai sim, responsabilizar-se pelo que é e pela maneira que vive, sem culpa e sem medo. Somos responsáveis pelos momentos bons e de alegria mas também pelos de desordem, sofrimento e os mais diversos momentos que vivemos. Uma pessoa infeliz no trabalho, que esta adoecendo em determinado ambiente ou ao realizar certa atividade, tem sua responsabilidade, que vai desde permanecer neste trabalho até a percepção que ela construiu sobre o que vive e como vive esse trabalho. O mesmo exemplo serve para relacionamentos familiares ou "amorosos", uma mulher que esta ha 20 anos infeliz em seu casamento, tem também sua responsabilidade nessa infelicidade, pelo menos no que diz respeito a permanecer nesse relacionamento. Quando calamos, quando consentimos, quando brigamos, quando nos expomos, quando nos arriscamos, sempre haverá responsabilidade nossa, que é sempre permeada por nossas escolhas.
Bem poderia citar muitos exemplos, pois o tempo todo somos responsáveis pelo que vivemos, pelas escolhas que fizemos. Mas para não me estender muito logo depois desse em que estive ausente, vamos logo para os finalmente... rsrsr
Para finalizar, quero deixar uma mensagem e um convite para reflexão :)
Depois de um tempo ausente, retornei e sabe que eu já estava com saudade de escrever, porque é uma coisa que eu adoro...PENSAR E ESCREVER!!
Hoje escrevo sobre nossa responsabilidade sobre aquilo que vivemos. Sempre enfatizo aqui no blog e também no trabalho que realizo na clínica, sobre a importância de nossas escolhas e a responsabilidade que devemos exercer sobre tais escolhas e de forma geral sobre nossa vida.
Já escrevi coisas do tipo, é nossa responsabilidade ser feliz, viver plenamente, que não deveríamos esperar pelos outros, responsabilizando-os pelo nosso bem estar ou felicidade, enfim. De fato, para algumas pessoas é muito mais comodo esperar pelos outros. Alguns esperam que o médico vai resolver seus problemas de saúde, esperam que o psicólogo vai curar sua dor emocional, o personal trainer vai tirar uns 8 kg como um passe de mágica, que o marido vai realizar todas as fantasias....e por ai vai!
Tudo aquilo que queremos alcançar necessita que nos responsabilizemos por isso, que empenhemos, necessita algum esforço e dedicação nossa. Esperar pelo outro é como tirar de si tais responsabilidades.
Para que possamos viver plenamente e sermos atuantes em nossa vida, precisamos nos responsabilizar pelo que queremos ser e fazer, nos responsabilizar pelos nossos objetivos. Primeiramente é necessário se conhecer, e ai sim, responsabilizar-se pelo que é e pela maneira que vive, sem culpa e sem medo. Somos responsáveis pelos momentos bons e de alegria mas também pelos de desordem, sofrimento e os mais diversos momentos que vivemos. Uma pessoa infeliz no trabalho, que esta adoecendo em determinado ambiente ou ao realizar certa atividade, tem sua responsabilidade, que vai desde permanecer neste trabalho até a percepção que ela construiu sobre o que vive e como vive esse trabalho. O mesmo exemplo serve para relacionamentos familiares ou "amorosos", uma mulher que esta ha 20 anos infeliz em seu casamento, tem também sua responsabilidade nessa infelicidade, pelo menos no que diz respeito a permanecer nesse relacionamento. Quando calamos, quando consentimos, quando brigamos, quando nos expomos, quando nos arriscamos, sempre haverá responsabilidade nossa, que é sempre permeada por nossas escolhas.
Bem poderia citar muitos exemplos, pois o tempo todo somos responsáveis pelo que vivemos, pelas escolhas que fizemos. Mas para não me estender muito logo depois desse em que estive ausente, vamos logo para os finalmente... rsrsr
Para finalizar, quero deixar uma mensagem e um convite para reflexão :)
segunda-feira, 9 de março de 2015
Amanhã!
Boa Noite pessoal!
Hoje estou passando para compartilhar com vocês esta imagem que achei muito interessante, e vale para refletirmos sobre a ansiedade, que por vez, nos prejudica e faz sofrer!
No final das contas se antecipar a tudo e claro, sofrer por antecipação, imaginando que sempre o pior pode acontecer... é como viver num campo de batalhas, onde somos um soldado que esta sempre atento e preocupado, se antecipando ao inimigo, e sem dúvida, tenso em meio a luta de uma batalha que se chama AMANHÃ. A ansiedade nos deixa sempre em alerta, e com isso exaustos! Vamos refletir sobre o modo que estamos conduzindo nossa vida, se é de uma forma demasiadamente ansiosa, certamente a essas horas você deve estar bem cansado de viver hoje como se fosse amanha, não esta?!
Reflita...
Até breve!
Hoje estou passando para compartilhar com vocês esta imagem que achei muito interessante, e vale para refletirmos sobre a ansiedade, que por vez, nos prejudica e faz sofrer!
No final das contas se antecipar a tudo e claro, sofrer por antecipação, imaginando que sempre o pior pode acontecer... é como viver num campo de batalhas, onde somos um soldado que esta sempre atento e preocupado, se antecipando ao inimigo, e sem dúvida, tenso em meio a luta de uma batalha que se chama AMANHÃ. A ansiedade nos deixa sempre em alerta, e com isso exaustos! Vamos refletir sobre o modo que estamos conduzindo nossa vida, se é de uma forma demasiadamente ansiosa, certamente a essas horas você deve estar bem cansado de viver hoje como se fosse amanha, não esta?!
Reflita...
Até breve!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Expectativa
Bem, nos últimos posts falamos sobre comunicação, compreensão...em geral, sobre as diferentes maneiras de cada um viver isso. Então, penso que não poderia deixar de relacionar essa temática com algo bastante pertinente quando o assunto é comunicação, relacionamento, etc.
Nossas expectativas! Que por vezes nos colocam em tremendas ciladas. Isso mesmo, quem nunca "caiu do cavalo" ou "levou um banho de água fria" ao esperar algo de alguém?!
É natural que criamos certas expectativas com relação as pessoas e nossos relacionamentos, só não deveríamos nos alienar a estas expectativas, pois não é responsabilidade do outro atender a nossos ideais, a nossos desejos. Nós idealizamos pessoas e relacionamentos, isso acontece das mais variadas formas, no trabalho, namoro, casamento, com os filhos, amigos... Quem nunca imaginou como seria o "patrão/marido/filho perfeito", e no dia-a-dia se depara com alguém que não atende muito bem aquela figura idealizada?!
Assim acontece nas mais diversas relações. Diante disso, o que acontece conosco então, nos frustramos.
Isso não quer dizer que não podemos mais criar expectativas, ou idealizar, só que devemos estar conscientes do que é nossa responsabilidade e do que é responsabilidade do outro, para não acabar exigindo que o outro atenda a todas nossas expectativas. Mesmo porque, os relacionamentos mais saudáveis consistem em parte, na compreensão, respeito e aceitação daquilo que somos, sem exigir muitas mudanças. Se existe uma grande necessidade de "mudar" alguém, esta na hora de uma pausa para reflexão.
Achei a tirinha acima na net, e penso que ela ilustra bem o assunto de hoje, não é?!
Até breve :)
Nossas expectativas! Que por vezes nos colocam em tremendas ciladas. Isso mesmo, quem nunca "caiu do cavalo" ou "levou um banho de água fria" ao esperar algo de alguém?!
É natural que criamos certas expectativas com relação as pessoas e nossos relacionamentos, só não deveríamos nos alienar a estas expectativas, pois não é responsabilidade do outro atender a nossos ideais, a nossos desejos. Nós idealizamos pessoas e relacionamentos, isso acontece das mais variadas formas, no trabalho, namoro, casamento, com os filhos, amigos... Quem nunca imaginou como seria o "patrão/marido/filho perfeito", e no dia-a-dia se depara com alguém que não atende muito bem aquela figura idealizada?!
Assim acontece nas mais diversas relações. Diante disso, o que acontece conosco então, nos frustramos.
Isso não quer dizer que não podemos mais criar expectativas, ou idealizar, só que devemos estar conscientes do que é nossa responsabilidade e do que é responsabilidade do outro, para não acabar exigindo que o outro atenda a todas nossas expectativas. Mesmo porque, os relacionamentos mais saudáveis consistem em parte, na compreensão, respeito e aceitação daquilo que somos, sem exigir muitas mudanças. Se existe uma grande necessidade de "mudar" alguém, esta na hora de uma pausa para reflexão.
Achei a tirinha acima na net, e penso que ela ilustra bem o assunto de hoje, não é?!
Até breve :)
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Comunicação Humana
"Em comunicação humana nada é óbvio. Não pense que aquilo que você entendeu é exatamente o que o outro tentou comunicar". (Marise Sampaio Dias)
É com esta frase que convido você leitor a refletir sobre a comunicação humana, de que forma você comunica o que sente, pensa e também como você compreende o que os outros te comunicam. Sem dúvida, tanto nossa compreensão quanto a maneira com que nos expressamos é intermediada por algo exclusivamente nosso, e por sinal já escrevi sobre isso aqui no blog, nossa subjetividade, nossa maneira única de ser.
Isso também vai de encontro com o último post, onde escrevi sobre as diferentes formas de perceber e/ou compreender as situações da vida, volto a ressaltar, cada qual com sua maneira única de ser, de sentir, de viver.
O que é importante saber, é que devemos ser responsáveis pelo que falamos e não pela compreensão que o outro irá fazer. É claro, que existem n maneiras de comunicar o que sentimos, pensamos enfim, e não existe certo e errado, existe a forma que cada um pode fazer. No entanto, algumas pessoas tem muita dificuldade em expressar-se, e acabam se atrapalhando muito quando o assunto é comunicação, ou ainda, deixam de expressar-se pois não sabem como fazer, por medo, insegurança...
Bem, vivemos num mundo que é pura comunicação, então não dá pra fugir. Vale ressaltar, que essa habilidade é algo que podemos aperfeiçoar, ajustar, para assim manter relações mais saudáveis, com o mundo, com as pessoas e claro, consigo mesmo.
Esta ai mais um beneficio da terapia!
Boa leitura e até a próxima :)
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Mudança é Vida!
Olá queridos leitores!
Hoje estou passando para desejar uma boa noite a todos... e claro, também para convidá-los a refletir sobre a mensagem acima, que por sinal é uma mensagem que gosto muito e penso ter tudo a ver com esse movimento que é viver!
Quando conseguimos mudar a maneira como olhamos para determinadas situações, as coisas naturalmente mudam...Existem infinitas possibilidades de olharmos, percebermos e compreendermos uma determinada situação, as vezes somente julgamos, tomados pelo negativismo, desmotivação, raiva...enfim, tudo parece ruim. Mas e que tal olhar de uma forma diferente para aquele velho problema?!
Vamos experimentar, ao acordar amanha, ao invés de acordarmos chateados por ter de "enfrentar" mais um dia de trabalho, ou as tantas dificuldades do dia-a-dia e da vida, que tal encontrar uma forma diferente de pensar sobre o dia, para a vida?
As vezes faz bem, experimente!
Para finalizar, observamos as seguintes imagens:
Existem muitas coisas para serem percebidas em cada uma, cada um percebe aquilo que pode e como pode, e sempre haverão maneiras diferentes de olharmos para elas, assim como para as mais diversas situações de nossa vida!
Uma única situação e infinitas formas de compreende-la , de vive-la....
Bem, por hoje é só!
Até breve :)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Nossas Escolhas!
Olá queridos leitores!
Hoje escrevo sobre a importância de nossas escolhas. Como diz a imagem acima, somos nossas escolhas, e você, tem pensado se esta feliz com as escolhas que tem feito?!
Fizemos escolhas o tempo todo, desde que roupa vestir, o que comer, que filme assistir, até por qual profissão escolher, ir ou ficar, rir ou chorar, fugir ou encarar, mudar ou não mudar....Enfim, umas são mais fáceis outras nem tanto, cada um de nós tem uma forma única de encarar e viver as escolhas. Mas sem dúvidas todas são essenciais para nossa vida, para esse movimento que é viver, considerando que toda escolha implica numa mudança, e mudança é vida renovada, as vezes era tudo o que faltava...escolher e mudar.
Algumas escolhas dizem muito sobre nós, sobre a forma que estamos conduzindo nossa vida, que valor estamos dando a nós mesmos e que valor atribuímos aos outros. Por exemplo, ha quem escolha se calar ou quem escolha agradar, de todas a mais saudável é aquela onde nos colocamos em primeiro lugar, ou seja, quando escolhemos por nós, quando escolhemos porque gostamos, porque é assim que desejamos, porque precisamos, porque sim...Simples assim!
Se escolhermos pelos outros, na tentativa de surpreender ou agradar, certamente essa escolha fará o outro feliz, mas e você?!
Através das escolhas que fizemos, nossa vida vai tomando novos caminhos, muitas vezes ganhando mais energia, e nós consequentemente nos sentimos mais motivados, renovados! Vejamos, escolher mudar de emprego, quando não se esta mais feliz naquilo que se faz, é um desafio, uma escolha importante, e pode ser tudo aquilo que é preciso para mudar aquela velha história de insatisfação, desmotivação... Penso que quando o assunto é viver bem, nos sentido bem, plenamente atuantes e realizados, vale tudo, e neste caso escolher mudar é o começo!
Claro que toda escolha vai envolver certa dose de ansiedade e medo, bate aquela insegurança e os pensamentos se voltam para o futuro, representados através daquelas conhecidas frases "será que vai dar certo?" "e se eu me arrepender?" "como vai ser?" "é o melhor a fazer?"... Nada anormal passar por isso quando estamos diante da necessidade de escolher, só não podemos deixar esses pensamentos e sentimentos de medo e ansiedade nos dominar e prejudicar. Para isso também serve a psicoterapia!
Aproveito para ressaltar aqui uma frase do sábio Rubem Alves, que penso ser pertinente ao assunto de hoje... "Quem, por causa do medo, se encolhe e rasteja, vive a morte na própria vida. Quem, a despeito do medo, toma o risco e voa, triunfa sobre a morte".
Boa leitura, e ao final, convido a olhar-se no espelho e refletir... o que você vê?
Vou ficando por aqui...até breve!
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Lei do Desapego
Certamente você já ouviu isso antes, numa música, poema, filme.... E agora esta lendo aqui no blog :)
É sobre isso que escrevo hoje...DESAPEGAR!
Fim de ano chegando e as pessoas (como sempre) atoladas no trabalho e demais afazeres, são os preparativos para Natal, festas e férias... E você já parou para pensar que tudo isso fica mais pesado se estivermos levando conosco, em nossa bagagem, coisas desnecessárias?
Que tal aproveitar esse final de ano para deixar por aqui, em 2014, as coisas que já não lhe cabem mais, que não fazem mais sentido, ou que tal resolver as que estão mal resolvidas e desta forma começar o ano mais leve, com as energias renovadas, e ai?!
Carregamos conosco muitas coisas desnecessárias, magoas, medos, rancor....e os mais diversos sentimentos. E com o tempo, nos sentimos cada vez mais prisoneiros destes, é cansativo carrega-los, é triste...e com certeza não é necessário! Entre em contato com os seus sentimentos e descubra o que já esta na hora de deixar o vento levar :)
Como já dizia minha vó, todos nós sabemos onde o sapato aperta, então ao refletir sobre este post espero que você leitor possa ter essa consciência e saber o que de fato deve continuar com você e o que deve ser deixado pra trás... Peça ao vento para que ele afaste de você tudo aquilo que te pesa, te sufoca te impede de ser feliz e atuar plenamente em sua vida! Mas não se esqueça, que a decisão de desapegar É SUA, o vento pode até ajudar, mas é você quem deve deixar certas coisas partirem...E permitir que outras cheguem!
Sempre lembrando que a psicoterapia pode nos auxiliar muito durante toda nossa caminhada, nos dando suporte e nos possibilitando a descoberta de novos caminhos, novas formas de pensar... Além disso, pode nos encorajar nesse processo desafiador da mudança e do desapego.

É sobre isso que escrevo hoje...DESAPEGAR!
Fim de ano chegando e as pessoas (como sempre) atoladas no trabalho e demais afazeres, são os preparativos para Natal, festas e férias... E você já parou para pensar que tudo isso fica mais pesado se estivermos levando conosco, em nossa bagagem, coisas desnecessárias?
Que tal aproveitar esse final de ano para deixar por aqui, em 2014, as coisas que já não lhe cabem mais, que não fazem mais sentido, ou que tal resolver as que estão mal resolvidas e desta forma começar o ano mais leve, com as energias renovadas, e ai?!
Carregamos conosco muitas coisas desnecessárias, magoas, medos, rancor....e os mais diversos sentimentos. E com o tempo, nos sentimos cada vez mais prisoneiros destes, é cansativo carrega-los, é triste...e com certeza não é necessário! Entre em contato com os seus sentimentos e descubra o que já esta na hora de deixar o vento levar :)
Como já dizia minha vó, todos nós sabemos onde o sapato aperta, então ao refletir sobre este post espero que você leitor possa ter essa consciência e saber o que de fato deve continuar com você e o que deve ser deixado pra trás... Peça ao vento para que ele afaste de você tudo aquilo que te pesa, te sufoca te impede de ser feliz e atuar plenamente em sua vida! Mas não se esqueça, que a decisão de desapegar É SUA, o vento pode até ajudar, mas é você quem deve deixar certas coisas partirem...E permitir que outras cheguem!
Sempre lembrando que a psicoterapia pode nos auxiliar muito durante toda nossa caminhada, nos dando suporte e nos possibilitando a descoberta de novos caminhos, novas formas de pensar... Além disso, pode nos encorajar nesse processo desafiador da mudança e do desapego.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Menos é Mais!
Nós, seres humanos, temos uma leve tendência a dificultar ou problematizar algumas situações que poderiam ser resolvidas ou vividas de forma simples, objetivas e serenas. Quem nunca enrolou, enrolou...pra tomar uma decisão, transformou algo simples em um grande problema, quando as vezes a única coisa necessária era dizer NÃO, ou dar um basta em algo/alguém que incomodava... Muitas vezes as pessoas levam tempo vivendo em sofrimento, as decisões necessárias vão sendo prorrogadas, por diversos motivos, existe sempre um MAS ou um SE... e assim o problema vai ganhando um proporção maior do que deveria, e com isso o sofrimento só aumenta e cada vez se torna mais difícil desatar o nó criado por nós mesmos. Muitas vezes o que acontece é que buscamos agradar aos outros e não a nós, escolhemos para os outros e não para nós, desta forma nos responsabilizamos em escolher algo que faça o outro feliz, e a nós, quem fará?! Também podemos refletir a respeito da perfeição que buscamos em nossas escolhas, estamos sempre querendo acertar, e pior, acertar antes mesmo de experimentar... E tudo isso consome boa parte de nossas energias, desta forma nos sentimos cansados emocionalmente e claro, desmotivados diante de algo que vivemos ou de alguma decisão a ser tomada.
Através da psicoterapia é possível clarear algumas coisas, tornar as escolhas mais claras e objetivas, facilitando assim a resolução de determinados "problemas" e melhorando as vivências.
Quando encontrei essa imagem logo relacionei com as dificuldades que as pessoas encontram em seus relacionamentos, no trabalho, em família, enfim. Muitas vezes estamos envolvidos com pessoas que nos prejudicam, ou em ambientes desfavoráveis e ainda assim vivemos determinadas situações, sempre insatisfeitos, se queixando que não esta bom, mas nenhuma atitude é tomada, e ai o que poderia ser simples de ser resolvido, passa a ser muito difícil.
E você, ao observar essa imagem, consegue relacioná-la com o que?!
Reflita, você esta sendo objetivo em suas escolhas, em suas experiências de vida....ou esta cada vez mais enrolado (A)??! Esta escolhendo algo por você ou pelo outro?!
Boa leitura e reflexão.
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Liberdade
Nada mais confortável do que ser quem de fato você é, como você é!
Sem interpretar papeis ou tentar agradar aos demais. É libertador quando nos descobrimos, compreendemos e aceitamos, quando nos valorizamos, nos permitimos e admitimos quem e como somos, sem temer o julgamento alheio. Como menciona Osho em seu livro Liberdade, A Coragem de Ser Você Mesmo: "Liberdade significa capacidade dizer sim quando é preciso dizer sim, de dizer não quando é preciso dizer não e de ficar calado as vezes, quando nada é necessário ser dito".
Dizer o sim e o não de acordo com nossa vontade, é uma das formas mais saudáveis de nos cuidarmos emocionalmente. E por sua vez, é uma tarefa tão difícil para tantas pessoas, que não conseguem dizer não, e estão sempre alienadas ao desejo dos outros, realizando as vontades dos outros, concordando com tudo o que é dito e aceitando tudo que lhe é solicitado.... Possivelmente pessoas que vivem sob essas circunstâncias tendem a ser mais irritadas, desmotivadas, angustiadas...pois imaginem só não poder expressar sua própria vontade, manifestar sua opinião, ser quem você é..triste não é?
Esse processo de se descobrir, e a partir disso distinguir o que de fato você quer e o que o outro quer, estabelecendo assim seus limites, seus "sim" e "não", é muito saudável emocionalmente e necessário para nosso crescimento pessoal. A psicoterapia também tem essa finalidade, dar suporte para os que desejam se descobrir, se compreender e aceitar quem são.
Para finalizar, uma imagem/frase para refletirmos!
domingo, 16 de novembro de 2014
Descobrir-se
Descobrir que a responsabilidade por nossas escolhas, estilo de vida, relações ...é nossa e não do outro, que cabe a mim ser bem resolvida, feliz, segura, confiante e não ao outro...não é tarefa fácil, mas é possível!
E é maravilhoso quando vejo as pessoas durante o processo psicoterapêutico se descobrindo, tomando consciência sobre si e sobre suas responsabilidades. Desta forma exercem seu papel de protagonista na vida, valorizando seu papel e decidindo que rumo as coisas devem tomar. Quando tomamos consciência de nossa responsabilidade tudo parece fluir com mais tranquilidade, aprendemos que somos nós que devemos escolher quem deve caminhar ao nosso lado, e que trajeto faremos, além de decidir como estaremos agindo na caminhada da vida.
De inicio essa responsabilidade pode assustar, pois infelizmente nos acostumamos a viver esperando pelos outros...que os outros nos façam felizes, nos compreendam, nos aceitem, nos complete... e o mais triste, que atendam aos nossos ideais, sendo exatamente como imaginamos... E por conta dessa espera, muitas vezes saímos frustrados.
Então, quando percebemos que somos nós que devemos estar no controle, podemos nos assustar, mas de alguma forma, depois de experimentar tal responsabilidade, as pessoas sentem-se plenas, atuantes em sua vida, e isso vale qualquer esforço :)
Experimente os benefícios da psicoterapia!
Descubra-se!
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Nosso Universo
Finalizando mais uma semana, parei um momento para refletir sobre as experiências vivenciadas no decorrer desta semana. Sempre ha algo novo que experimentamos em nossas vivências, e o simples fato de nos relacionarmos com os outros e com o meio onde vivemos, já nos possibilita aprender muita coisa sobre nós e sobre eles. Somos dotados de sentimentos e emoções e cada relação que mantemos, desperta em nós algum sentimento. Muitas vezes as pessoas ficam assutadas com as "divisões" que ocorrem dentro de si, as pessoas tem dificuldade de compreender e aceitar os diversos aspectos que nos fazem ser quem somos, assim como os papeis que desempenhamos. Sempre gosto de trabalhar com os pacientes a questão dos papeis que desempenhamos e a maneira com desempenhamos cada um. É claro, que somos uma única pessoa que desempenha vários papeis e em cada um deles nos comportamos de forma diferente, assim como experimentamos emoções diferentes. Somos filha/o, estudante, amiga/o, irmã/o, namorada/o, profissionais... É um universo que nos habita e que nós também habitamos, recíproco não é?!
De fato um influencia o outro, e assim vivemos, alguns dando conta deste universo outros não, já parou pra refletir sobre tudo isso? Os papeis que desempenha, como sente-se em cada um, o que tem feito com seu universo?!
Eu, pensando sobre tudo isso, conclui que temos em nós um universo imenso de sentimentos, emoções, desejos... e por ai vai!!!
Boa Leitura!
De fato um influencia o outro, e assim vivemos, alguns dando conta deste universo outros não, já parou pra refletir sobre tudo isso? Os papeis que desempenha, como sente-se em cada um, o que tem feito com seu universo?!
Eu, pensando sobre tudo isso, conclui que temos em nós um universo imenso de sentimentos, emoções, desejos... e por ai vai!!!
Boa Leitura!
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Meu Trabalho com Grupos
Uma de minhas paixões em ser psicóloga, além de atuar na clínica, é poder trabalhar com grupo terapêutico. É algo que me realiza e possibilita crescimento profissional e pessoal. Como trabalho com adultos e adolescentes, os grupos terapêuticos que realizo são voltados para esse público. Recentemente finalizei um grupo terapêutico para pais, que por sua vez, foi um trabalho muito especial e rendeu bons resultados.
Nesse grupo em especial, a temática eram questões relacionadas a educação, convivência familiar e os papeis que desempenhamos.
Você deve estar se perguntando, mas o que é um grupo terapêutico? É um encontro que possibilita diálogo sobre nossas vivências em grupo (família, trabalho...), sobre os diversos papéis que desempenhamos e as dificuldades inerentes a cada um. Além disso, é possível compartilhar conhecimentos e construir novas formas de olhar as questões relacionadas à educação e relacionamento familiar, bem como acolher os participantes e proporcionar suporte para suas queixas.
E o objetivo?
O grupo terapêutico, de forma geral tem como objetivo oferecer um espaço facilitador, onde podemos ser acolhidos, trocar experiências e reflexões. Promover oportunidade para que os participantes possam compartilhar suas dúvidas, ansiedades e medos referentes às questões relacionadas à educação, relacionamento familiar e demais. Possibilitar auto conhecimento e trabalhar no sentido de desenvolver relações mais saudáveis.
Por que é importante?
Somos seres em constante desenvolvimento e crescimento, e parte desta constante construção acontece através das relações que mantemos com o mundo e com as pessoas. Aprendemos coisas sobre nós mesmos ao se relacionar com os demais. Há uma necessidade natural por estar em contato com os demais, sendo família ou amigos. De forma geral, nunca estamos só, pois mesmo que estejamos fisicamente sozinhos, nosso pensamento estará sempre vinculado a outras pessoas e aos momentos que já vivemos ou viveremos com estas. Por conta disso, é essencial repensarmos a qualidade de nossas relações e melhorar aquilo que nos for possível.
Bem, acho que deu para dar uma clareada a respeito do que se trata um grupo terapêutico. Ele pode ser voltado para qualquer publico, desde crianças até adultos e pode ser trabalhado os mais diversos temas, assim o profissional pode dar sugestões e também ouvir do grupo sobre o que eles tem interesse em trabalhar nos encontros. Além do diálogo/troca de experiências , costumo enriquecer os encontros com dinâmicas que possibilitam o ví
nculo/entrosamento entre os participantes, bem como auto conhecimento, relaxamento entre outros.
Se você leitor se interessou e quer saber mais sobre essa prática, não deixe de entrar em contato :)
Email: primelopsi@gmail.com
Cel: (47)9977 7867
Nesse grupo em especial, a temática eram questões relacionadas a educação, convivência familiar e os papeis que desempenhamos.
Você deve estar se perguntando, mas o que é um grupo terapêutico? É um encontro que possibilita diálogo sobre nossas vivências em grupo (família, trabalho...), sobre os diversos papéis que desempenhamos e as dificuldades inerentes a cada um. Além disso, é possível compartilhar conhecimentos e construir novas formas de olhar as questões relacionadas à educação e relacionamento familiar, bem como acolher os participantes e proporcionar suporte para suas queixas.
E o objetivo?
O grupo terapêutico, de forma geral tem como objetivo oferecer um espaço facilitador, onde podemos ser acolhidos, trocar experiências e reflexões. Promover oportunidade para que os participantes possam compartilhar suas dúvidas, ansiedades e medos referentes às questões relacionadas à educação, relacionamento familiar e demais. Possibilitar auto conhecimento e trabalhar no sentido de desenvolver relações mais saudáveis.
Por que é importante?
Somos seres em constante desenvolvimento e crescimento, e parte desta constante construção acontece através das relações que mantemos com o mundo e com as pessoas. Aprendemos coisas sobre nós mesmos ao se relacionar com os demais. Há uma necessidade natural por estar em contato com os demais, sendo família ou amigos. De forma geral, nunca estamos só, pois mesmo que estejamos fisicamente sozinhos, nosso pensamento estará sempre vinculado a outras pessoas e aos momentos que já vivemos ou viveremos com estas. Por conta disso, é essencial repensarmos a qualidade de nossas relações e melhorar aquilo que nos for possível.
Bem, acho que deu para dar uma clareada a respeito do que se trata um grupo terapêutico. Ele pode ser voltado para qualquer publico, desde crianças até adultos e pode ser trabalhado os mais diversos temas, assim o profissional pode dar sugestões e também ouvir do grupo sobre o que eles tem interesse em trabalhar nos encontros. Além do diálogo/troca de experiências , costumo enriquecer os encontros com dinâmicas que possibilitam o ví
nculo/entrosamento entre os participantes, bem como auto conhecimento, relaxamento entre outros.
Se você leitor se interessou e quer saber mais sobre essa prática, não deixe de entrar em contato :)
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Cel: (47)9977 7867
| Recepção de um dos Encontros |
| Grupo produzindo em um dos Encontros! |
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Parábola da Borboleta

Cada coisa no seu tempo, desta forma, se formos mais cautelosos a tendência é ter uma vida mais tranquila, e a medida que vamos nos conhecendo e descobrindo nosso potencial, mais fácil se torna o viver. Quando conseguimos nos manter calmos e serenos, tomamos decisões mais seguras e sem pressa conseguimos fazer escolhas mais sensatas e nosso crescimento pessoal flui de forma saudável e satisfatória.
De modo geral, nossas atitudes e escolhas exigem de nós muito mais que paciência e sabedoria, exigem também certo esforço. Penso que o esforço é necessário para o nosso crescimento e fortalecimento.
Se vivêssemos a nossa vida sem passar por quaisquer obstáculos, talvez não conseguiríamos ser tão fortes quanto podemos ser. Não conheceríamos nosso potencial, não saberíamos sobre nossas habilidades e recursos. Concluindo minha reflexão, gostaria de convidar vocês leitores para a leitura e reflexão da parábola abaixo
Boa Leitura...
Parábola da Borboleta
Certo dia, um homem estava no quintal de sua casa e observou um casulo pendurado numa árvore. Curioso, o homem ficou admirando aquele casulo durante um longo tempo.
Ele via que a borboleta fazia um esforço enorme para tentar sair através de um pequeno buraco que havia no tal casulo. No entanto, sem sucesso e depois de algum tempo, a borboleta parecia que tinha desistido de sair do casulo, as suas forças haviam se esgotado.
O homem, supondo a aflição dela para querer sair do casulo resolveu ajudá-la: pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo para libertar a borboleta.
Então, a borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho e as suas amassadas.
O homem, feliz por ajudá-la a sair, ficou esperando o momento em que ela fosse abrir as asas e saísse voando, mas nada aconteceu.
A borboleta passou o resto da sua vida com as asas encolhidas e rastejando o seu corpo murcho.
Nunca foi capaz de voar...
O homem então compreendeu que o casulo apertado e o esforço da borboleta para conseguir sair de lá, eram necessários para que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas para fortalecê-las e ela poder voar assim que se libertasse do casulo.
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