Mostrando postagens com marcador leitura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador leitura. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

São Tantas Emoções!

Olá queridos leitores!

Aqui quem vos escreve é a mais sumida das "blogueiras", sim e esse é um blog muito legal, porém confesso, um pouco desatualizadinho rsrsrs

Mas enfim, hoje estou aqui para dar uma atualizada no espaço, e isso me deixa muito feliz, adoro escrever, em especial quando se trata de escrever minhas reflexões, interpretações e sobre as mais diversas formas como compreendo as coisas e o mundo, e claro, compartilhar isso com vocês que acessam o blog torna a coisa muito mais legal!

Hoje o assunto é muito especial, escrevo sobre nossas emoções. Cada qual com as suas, e cada um as sente e as vive de maneira única, já que somos seres únicos, singulares em nossas características e formas de viver e pensar. Mas de uma forma geral, algumas emoções são muito conhecidas, e todos nós, em algum momento da vida já as experimentamos ou vamos experimentar. Vamos lá, quem nunca sentiu:  Raiva, Tristeza, Alegria, Medo...?
Estas são as básicas não é?! E elas nos acompanham em nossa trajetória de vida, são necessárias e contribuem para nosso amadurecimento, para nosso desenvolvimento pessoal. Muitas vezes algumas como medo, tristeza, raiva, são indesejáveis e renegadas, quando só o que precisam é ter um espaço em nosso eu, afinal, ninguém precisa ser sempre feliz, alegre, de bem com a vida. Devemos nos permitir também a dor, escutar nosso sofrimento e não lutar contra ele como se fosse nosso inimigo. Nesse processo de escutar nosso medo, compreender nossa raiva e por vezes aceitar a tristeza, aprendemos muito sobre nós e sobre a vida, e amadurecemos com isso, compreendendo que a vida é isso, um mar de emoções!
Ceta vez, assistindo ao filme Ensaio Sobre a Cegueira, obra do sábio José Saramago, ouvi a seguinte frase: "Alegria e Tristeza não são como óleo e água. Elas coexistem".
Achei lindo, porque a vida é mais ou menos assim, você pode experimentar as emoções sem precisar definir uma ou outra como padrão de vida, como algo estável, intocável...Aceitemos que sofrer também é viver e que estar triste não nos tira o direito de outrora estar feliz, alegre, e vice versa...

E é claro que eu não poderia encerrar esse post sem mencionar um filme que assisti recentemente e que é muito bacana, ilustra de uma forma divertida o tema de hoje. Já assistiu Divertida Mente???
Se não, então corre lá assistir, é muito legal e nos estimula a refletir sobre nossas emoções e que lugar estamos dando a elas em nossas vidas...Enfim, fica a dica, espero que assistam e possam refletir fazendo suas interpretações!

Por hoje é isso!
Bom Final de semana e até breve!

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Milho de Pipoca!

Olá queridos leitores!

Estranho o título do post de hoje, não?!
Calma ai, você já vai entender do que se trata.. rsrsrs
Quero compartilhar com vocês hoje um texto belíssimo que encontrei em minhas pesquisas e leituras pela net. Escrito pelo sábio Rubem Alves esse texto pode nos fazer refletir coisas da vida, em especial as transformações pelas quais nós passamos ou ao menos deveríamos passar!

Então lá vai:

“Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.”

Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.

Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.

Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais  quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que esta sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem  aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.

Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas  pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No  entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras, a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.

Fim...

Boa reflexão a todos e até breve ;)



quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Um dia você aprende de Willian Shakespeare

Olá queridos leitores,

Hoje quero compartilhar com vocês um poema que acho muito bonito, vale a pena a leitura e reflexão!

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança ou proximidade. E começa aprender que beijos não são contratos, tampouco promessas de amor eterno. Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos radiantes, com a graça de um adulto – e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, pois o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, ao passo que o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol pode queimar se ficarmos expostos a ele durante muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe: algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e, por isto, você precisa estar sempre disposto a perdoá-la.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva um certo tempo para construir confiança e apenas alguns segundos para destruí-la; e que você, em um instante, pode fazer coisas das quais se arrependerá para o resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e que, de fato, os bons e verdadeiros amigos foram a nossa própria família que nos permitiu conhecer. Aprende que não temos que mudar de amigos: se compreendermos que os amigos mudam (assim como você), perceberá que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou até coisa alguma, tendo, assim mesmo, bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito cedo, ou muito depressa. Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que verdadeiramente amamos com palavras brandas, amorosas, pois cada instante que passa carrega a possibilidade de ser a última vez que as veremos; aprende que as circunstâncias e os ambientes possuem influência sobre nós, mas somente nós somos responsáveis por nós mesmos; começa a compreender que não se deve comparar-se com os outros, mas com o melhor que se pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se deseja tornar, e que o tempo é curto. Aprende que não importa até o ponto onde já chegamos, mas para onde estamos, de fato, indo – mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar servirá.

Aprende que: ou você controla seus atos e temperamento, ou acabará escravo de si mesmo, pois eles acabarão por controlá-lo; e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa o quão delicada ou frágil seja uma situação, sempre existem dois lados a serem considerados, ou analisados.

Aprende que heróis são pessoas que foram suficientemente corajosas para fazer o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências de seus atos. Aprende que paciência requer muita persistência e prática. Descobre que, algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, poderá ser uma das poucas que o ajudará a levantar-se. (…) Aprende que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido: simplesmente o mundo não irá parar para que você possa consertá-lo. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar atrás. Portanto, plante você mesmo seu jardim e decore sua alma – ao invés de esperar eternamente que alguém lhe traga flores. E você aprende que, realmente, tudo pode suportar; que realmente é forte e que pode ir muito mais longe – mesmo após ter pensado não ser capaz. E que realmente a vida tem seu valor, e, você, o seu próprio e inquestionável valor perante a vida

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Parábola da Borboleta


Ha quem diga que tudo tem seu tempo, seu momento. Algumas coisas não podem ser apressadas, devemos ter cautela e serenidade para compreender e poder esperar pelo tempo. Isso não significa tomar uma postura pacífica e acomodada, esperando milagres do tempo, nossas responsabilidades e escolhas são inegavelmente nossas, mas devem acontecer no tempo certo, e devem ser feitas exclusivamente por nós, no nosso ritmo e a nossa maneira,  procurando sempre esperar o menos possível dos demais e permitindo o menos possível que os outros nos apressem em nosso processo de amadurecimento ou escolha.
Cada coisa no seu tempo, desta forma, se formos mais cautelosos a tendência é ter uma vida mais tranquila, e a medida que vamos nos conhecendo e descobrindo nosso potencial, mais fácil se torna o viver. Quando conseguimos nos manter calmos e serenos, tomamos decisões mais seguras e sem pressa conseguimos fazer escolhas mais sensatas e nosso crescimento pessoal flui de forma saudável e satisfatória.

De modo geral, nossas atitudes e escolhas exigem de nós muito mais que paciência e sabedoria, exigem também certo esforço. Penso que o esforço é necessário para o nosso crescimento e fortalecimento.
Se vivêssemos a nossa vida sem passar por quaisquer obstáculos, talvez não conseguiríamos ser tão fortes quanto podemos ser. Não conheceríamos nosso potencial, não saberíamos sobre nossas habilidades e recursos. Concluindo minha reflexão, gostaria de convidar vocês leitores para a leitura e reflexão da parábola abaixo


Boa Leitura...

Parábola da Borboleta

Certo dia, um homem estava no quintal de sua casa e observou um casulo pendurado numa árvore. Curioso, o homem ficou admirando aquele casulo durante um longo tempo.
Ele via que a borboleta fazia um esforço enorme para tentar sair através de um pequeno buraco que havia no tal casulo. No entanto, sem sucesso e depois de algum tempo, a borboleta parecia que tinha desistido de sair do casulo, as suas forças haviam se esgotado.
O homem, supondo a aflição dela para querer sair do casulo resolveu ajudá-la: pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo para libertar a borboleta.
Então, a borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho e as suas amassadas.
O homem, feliz por ajudá-la a sair, ficou esperando o momento em que ela fosse abrir as asas e saísse voando, mas nada aconteceu.
A borboleta passou o resto da sua vida com as asas encolhidas e rastejando o seu corpo murcho.
Nunca foi capaz de voar...
O homem então compreendeu que o casulo apertado e o esforço da borboleta para conseguir sair de lá, eram necessários para que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas para fortalecê-las e ela poder voar assim que se libertasse do casulo.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Parábola: O sábio e o Passarinho


No post de hoje, quero compartilhar mais uma parábola  que no permite refletir...Espero que possam fazer boa leitura, e que de alguma forma esse conto possa despertar algo em vocês leitores!

Lá vai...

Em uma vila da Grécia, vivia um sábio que era famoso por saber sempre a resposta para todas as perguntas que fossem feitas.

Um dia, um jovem adolescente, conversando com um amigo, disse: “Eu acho que sei como enganar o sábio. Vou pegar um passarinho e o levarei escondido em minhas mãos até o sábio. Então, perguntarei a ele se o passarinho está vivo ou morto. Se ele disser que está vivo, espremo o passarinho, mato-o e deixo-o cair no chão,  mas se ele disser que está morto, abro a mão e o deixo voar”. Assim explicou o jovem, entusiasmado com a possibilidade de enganar o o sábio, e por hora, ter a verdade em suas mãos!

Assim, o jovem chegou perto do sábio e fez a pergunta: “Sábio, o passarinho em minha mão está vivo ou morto?”

O sábio olhou para o rapaz e disse: “Meu jovem, a resposta está em suas mãos!".

Simples assim...E quantos de nós já se debruçou em livros de auto ajuda, já tentou o conselho dos amigos, as lições de filmes,  ou alguma receita que encontramos por ai, mas saímos frustrados destes experimentos pois os resultados não são bem o que esperávamos...as respostas não estão prontas em algum lugar esperando por nós....elas estão em nós, são construção nossa! Como é bom, satisfatório quando vejo as pessoas construindo suas respostas, descobrindo suas habilidades, seu potencial, suas limitações, e desta forma convivendo em harmonia, com relações saudáveis e vivências enriquecedoras!

Forte Abraço e até a próxima :)

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Parábola: Inferioridade ou Diferença?

Como gosto muito de parábolas  e inclusive costumo utiliza-las em algum momento da terapia com meus pacientes, pois elas tem uma maneira simples e tocante de nos explicar algumas coisas...então resolvi dividir algumas com vocês aqui no blog!

Cada um certamente fará sua compreensão, de forma única e especial! Espero que possam fazer boa leitura e que de alguma forma essa leitura lhe seja útil.

Inferioridade ou Diferença? 
Um samurai, conhecido por todos pela sua nobreza e honestidade, foi visitar um monge Zen em busca de conselhos. Entretanto, assim que entrou no templo onde o mestre estava, sentiu-se inferior, e concluiu que, apesar de durante toda a sua vida ter lutado por justiça e paz, não tinha sequer chegado perto ao estado de graça do homem que tinha à sua frente.- Por que razão  estou a me sentir tão inferior a si? Já enfrentei a morte muitas vezes, defendi os mais fracos, sei que não tenho nada do que me envergonhar. Entretanto, ao vê-lo meditar, senti que a minha vida não tem a menor importância.- Espere. Assim que eu tiver atendido todos os que me procurarem hoje, eu dou-te a resposta.
Durante o resto do dia o samurai ficou sentado no jardim do templo, a olhar para as pessoas que entraram à procura de conselhos. Viu como o monge atendia a todos com a mesma paciência e com o mesmo sorriso luminoso no seu rosto. Mas o seu estado de ânimo ficava cada vez pior, pois tinha nascido para agir, não para esperar. De noite, quando todos já tinham partido, ele insistiu:- Agora podes-me ensinar?O mestre pediu que entrasse, e conduziu-o até o seu quarto. A lua cheia brilhava no céu, e todo o ambiente inspirava uma profunda tranquilidade.- Estás a ver esta lua, como ela é linda? Ela vai cruzar todo o firmamento, e amanhã o sol tornará de novo a brilhar. Só que a luz do sol é muito mais forte, e consegue mostrar os detalhes da paisagem que temos à nossa frente: árvores, montanhas, nuvens. Tenho contemplado os dois durante anos, e nunca escutei a lua a dizer: por que não tenho o mesmo brilho do sol? Será que sou inferior a ele?- Claro que não - respondeu o samurai. - Lua e sol são coisas diferentes, e cada um tem sua própria beleza. Não podemos comparar os dois.- Então, tu sabes a resposta. Somos duas pessoas diferentes, cada qual a lutar à sua maneira por aquilo que acredita, e a fazer o possível para tornar este mundo melhor.

Refletindo... Ninguém precisa ser igual a ninguém ou melhor do que alguém...somos diferentes, e não ha problema nisso, se pudermos compreender, aceitar e conviver a diferença!