
Cada coisa no seu tempo, desta forma, se formos mais cautelosos a tendência é ter uma vida mais tranquila, e a medida que vamos nos conhecendo e descobrindo nosso potencial, mais fácil se torna o viver. Quando conseguimos nos manter calmos e serenos, tomamos decisões mais seguras e sem pressa conseguimos fazer escolhas mais sensatas e nosso crescimento pessoal flui de forma saudável e satisfatória.
De modo geral, nossas atitudes e escolhas exigem de nós muito mais que paciência e sabedoria, exigem também certo esforço. Penso que o esforço é necessário para o nosso crescimento e fortalecimento.
Se vivêssemos a nossa vida sem passar por quaisquer obstáculos, talvez não conseguiríamos ser tão fortes quanto podemos ser. Não conheceríamos nosso potencial, não saberíamos sobre nossas habilidades e recursos. Concluindo minha reflexão, gostaria de convidar vocês leitores para a leitura e reflexão da parábola abaixo
Boa Leitura...
Parábola da Borboleta
Certo dia, um homem estava no quintal de sua casa e observou um casulo pendurado numa árvore. Curioso, o homem ficou admirando aquele casulo durante um longo tempo.
Ele via que a borboleta fazia um esforço enorme para tentar sair através de um pequeno buraco que havia no tal casulo. No entanto, sem sucesso e depois de algum tempo, a borboleta parecia que tinha desistido de sair do casulo, as suas forças haviam se esgotado.
O homem, supondo a aflição dela para querer sair do casulo resolveu ajudá-la: pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo para libertar a borboleta.
Então, a borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho e as suas amassadas.
O homem, feliz por ajudá-la a sair, ficou esperando o momento em que ela fosse abrir as asas e saísse voando, mas nada aconteceu.
A borboleta passou o resto da sua vida com as asas encolhidas e rastejando o seu corpo murcho.
Nunca foi capaz de voar...
O homem então compreendeu que o casulo apertado e o esforço da borboleta para conseguir sair de lá, eram necessários para que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas para fortalecê-las e ela poder voar assim que se libertasse do casulo.