terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Fim de Ano...

Chegaram os tempos de festa, de férias, de descanso e também curtição!

Espero que todos possam aproveitar da melhor forma e que tenham bons momentos em família, entre os amigos e também sozinhos :)

E para o próximo ano que vai chegar, desejo que possamos:

Se preocupar menos, curtir mais!

Se cobrar menos, relaxar mais!

Fantasiar e Idealizar menos, viver mais!

Esperar menos, fazer mais!

Desejar menos, reconhecer mais!

Temer menos, se encorajar mais!

Se esconder menos, se conhecer mais!

Dificultar menos, simplificar mais!


E que possamos nos compreender, nos aceitar, sorrir, chorar, sem medo de errar!
Que seja um ano novo, com sentimentos renovados e esperança de dias melhores!

Vamos nos permitir...Vamos recomeçar...


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Natal!

É tempo de festa, de reunir amigos e família. É tempo de fazer amigo secreto, planejar a ceia, enfeitar a casa. É tempo de renovar a fé e a esperança, É NATAL!!

Muitos acreditam que é mais uma data para fazer o comércio vender...afinal, todos procuram por algum presente, decoração, além dos comes e bebes para a ceia, enfim. Eu prefiro acreditar que é uma data simbólica, para renovar nossa vida, repensar nossa trajetória e renovar nossos votos de fé, esperança e amor. Assim também é com os presentes, são simbólicos, representam o carinho que temos por alguém! Não é seu valor, tamanho, quantidade ou qualidade, mas sim o que ele representa, e existem inúmeras formas de presentear alguém, podemos presentear com nossa presença, nossa palavra, nosso abraço, nossa compreensão...e por ai vai.
A ceia natalina também representa um momento de união, onde podemos estar juntos de quem amamos e compartilhar com estas pessoas uma noite especial!
Cada um vai significar esta data de uma forma particular, de acordo com sua história de vida, experiências e tudo mais...Para muitos, o Natal e também a virada de ano representam um momento de nostalgia, de reflexão e recordação, ou de sentir saudades de quem amamos e já perdemos, do tempo que já se foi, do ano que passou...Enfim, nem todos precisamos estar felizes nesta data, apesar de que felicidade é a pedida da vez e esta sendo vendida de todas as formas, mas acho que para além disso, precisamos reconhecer e respeitar nossos sentimentos, e claro, SE PERMITIR, permitir estar junto de quem amamos, de comemorar, de celebrar, de se arrepender, de pedir perdão, de refletir, de mudar, de aceitar...Afinal, esta data é propicia para isso!

Vamos com tudo :)

Então, aproveitando este espaço quero desejar a todos os leitores um Natal especial! Que esta data seja acolhedora, que renove os laços entre as pessoas que nos rodeiam e que amamos, que seja feliz e repleta de bons momentos! Que possamos nos permitir e viver com plenitude a magia do Natal!!

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Quem esta a procura de um Amor?!

"Tem gente que quer um amor, mas nunca deixa o encontro acontecer", esta frase retirei de uma revista e foi escrita pelo psicoterapeuta Alberto Lima.

Muito me chamou a atenção, então é para esta temática que dedico o post de hoje!
Quantos de nós estamos a procura de um amor, um parceiro (a)?
Sabe que muitas vezes o "encontramos", mas não permitimos que esse encontro aconteça de fato, pois estamos mais preocupados em observar suas qualidades e defeitos e ir logo verificando se esse parceiro (a) atende a nossos ideais, ao invés de apenas permitir e viver esse encontro.

Em geral, muitas pessoas reclamam por estarem sozinhas, inclusive este é um dos motivos que faz muitas pessoas procurarem terapia, pois já estão ha algum tempo procurando alguém especial, e as tentativas até o momento não tiveram muito sucesso. Então existe uma reclamação por estarem sozinhas, mas ao mesmo tempo, quando encontram alguém inevitavelmente veem algum defeito, a idade, gosto musical, o circulo de amizades, a família, muito tímido ou muito extrovertido...Enfim,  será que estamos exigentes demais, ou vamos logo tratando de achar defeitos e dispensar o candidato antes mesmo de sermos dispensados? Sera medo de ser rejeitado (a), e ai rejeitamos antes de sermos "vitimas"?

Muitas hipóteses podem nos ajudar a compreender esse assunto.

Alguns dizem: "Os parceiros amorosos parecem insuficientes, não atendem aos requisitos desejados e talvez sejam incapazes de nos fazer plenamente felizes". Isso explica muitos dos casos de pessoas com dificuldade em se relacionar ou se manter num relacionamento, são exigências, e boa parte delas provenientes da fantasia que alimentamos de encontrar o par perfeito...aquela história de que "toda panela tem sua tampa" ou "cara metade"....
Uma outra situação que nos ajuda a entender essa dificuldade seriam problemas com nossa autoestima, é como se a pessoa não se sentisse completa, ou como se faltasse atributos que julgasse ser necessários para sua felicidade, não se sente merecedora de viver ao lado de algum parceiro, neste caso a pessoa não se considera boa o suficiente para estar num relacionamento, e acaba afastando os candidatos na tentativa de afastá-los de algo ruim e complicado, que seria a própria pessoa.
Também existe o perfeccionismo onde a pessoa exige do outro o mesmo requinte e qualidades que exige de si mesma. Acontece que o outro é o outro, e não precisa atender a seus desejos de parceiro (a) perfeito ok!

De uma forma geral, o que acontece é que pessoas com tais dificuldades acabam privando-se de viver um encontro significativo pois estão se privando e se fechando em seu próprio universo. Assim, acabam se protegendo numa enorme solidão e ao mesmo tempo vivem uma enorme fantasia, a de encontrar o par perfeito, para o qual nem estão abertas e prontas para viver. E onde ha fantasia também ha frustração, devemos cuidar com as expectativas e fantasias que alimentamos :)

Certamente a terapia será de enorme beneficio, mais uma vez super indico :)
Espero que façam boa leitura,
Abraços


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Educação é bom, faz bem, e todos gostam!


Não é novidade que a mídia nos influencia e muito! Ela determina o corpo ideal, a beleza ideal, o look ideal e não para por ai...Os pares românticos representados em novelas, séries e filmes, fazem com que muitos idealizem um relacionamento, e claro, igualzinho ao par das telinhas. Assim também com modelos de família, de trabalho...e tantos outros.
Se não soubermos conviver com esta influencia, podemos nos alienar a estes modelos de vida e acabar nos aprisionando aos ideias transmitidos pela mídia...que triste seria!
É bom saber que o mais importante  é ser quem somos, sem culpa, sem medo...Prefiro valorizar a  liberdade de ser quem somos, reconhecer e aceitar nossa forma de viver, nossa forma de se relacionar, se apaixonar, de acertar e de errar. E ainda prefiro os perigos de uma vida real e original do que os idealismos transmitidos (também ) pela mídia.
É claro que também existem muitas coisas boas e que nos influenciam de maneira positiva, mas hoje o assunto é outro...

Vamos ao que interessa! Conforme o título deste post, o assunto que quero compartilhar hoje trata da educação! Eu logo fui iniciando  escrevendo sobre a mídia pois este veículo de comunicação é muito forte em nossa cultura, e influencia nosso modo de viver e se comportar. Ultimamente, tenho presenciado algumas cenas nas telinhas que tem demonstrado que esta faltando educação. Sim, vire e meche as cenas de mais audiência são aquelas onde pai e filho brigam, marido e mulher se dizem horrores, amigas discutem e se ofendem....Enfim, isso tem demonstrado fundamentalmente a falta de educação nas mais diversas relações.
Não quero dizer que não possamos  brigar, também não quero fazer uma apologia aos relacionamentos 100% felizes, até porque eles não existem! Mas acho que existem outras formas de discutirmos nossos relacionamentos, e que não seja necessariamente com ofensas, agressões ou aos gritos.
Em qualquer relação é super natural que hajam algumas discordâncias e discussões, mas sempre ha um caminho para resolver essas situações com mais cautela e educação. O diálogo é sempre a melhor forma, conversar abertamente, expor os pontos de vista de cada um e com respeito conversar sobre a situação em questão.

É claro, que nem sempre é assim tão fácil ter uma conversa. Muitas pessoas tem dificuldade em se comunicar, expressar o que sentem, falar o que desejam. As vezes elas querem falar de um jeito, mas na hora H acaba saindo de outro jeito...em muitos casos um jeito mais agressivo e ai acabam se frustrando.
Por isso, é possível trabalhar em terapia nossas habilidades sociais, que de forma geral representam a habilidade que temos em nos expressar sem causar incomodo ao outro e a nós mesmos. Isso quer dizer, que podemos nos comunicar, expressando nossos desejos, opiniões e sentimentos sem brigar, mas conversando e respeitando a nós mesmos e ao outro.

Bem, para finalizar, volto ao nosso título - Educação é bom, faz bem, e todos gostam! - não vamos deixar que os modelos da mídia determinem como devem ser nossas relações. Cada um de nós pode encontrar a sua maneira de se relacionar, uma maneira autentica e original! E nossa comunicação com o outro não precisa ser um problema...lembre-se que terapia pode trazer alguns benefícios!



terça-feira, 19 de novembro de 2013

TDAH....E agora?!



Pais e Professores se queixam com frequência de crianças desatentas e hiperativas. Entre outros, esses sintomas apontam para TDAH, Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade, sendo a característica essencial deste transtorno um padrão persistente de desatenção, e/ou hiperatividade e impulsividade.

Bem, de uma forma geral, todos nós temos nossos momentos de desatenção, ou hiperatividade, há dias que estamos mais hiperativos/inquietos e outros em que estamos mais desligados, como se estivéssemos no mundo da lua. E isso não é suficiente para um diagnóstico de TDAH ok.
Quando penso nesta questão dos sintomas, lembro de uma passagem de um livro que dizia o seguinte: "Todo mundo tem açúcar no sangue, uns mais, outros menos. Algumas pessoas tem níveis de açúcar alto e isso acarreta inúmeros problemas de saúde, por exemplo diabetes...assim também é com TDAH"  (trecho do livro No mundo da Lua - Paulo Mattos).

Não se trata de "ter" ou "não ter" sintomas de desatenção e hiperatividade, o que determina a existência deste problema é o quanto você tem sofrido e se prejudicado por conta desses sintomas. De forma geral, temos que avaliar o quanto esses sintomas tem comprometido a qualidade de vida da pessoa e não apenas observar os sintomas e diagnosticar o transtorno. Assim como, não basta saber dos sintomas, mas também compreender o que você pode fazer com eles ou o que eles fazem com você...
Então vamos pensar o seguinte, o que caracteriza um transtorno é fundamentalmente o tempo e frequência que vem sendo vivenciado os sintomas, bem como os prejuízos emocionais e sociais ocasionados pelos mesmos.

O TDAH é diagnosticado primeiramente na infância, visto que neste período a criança esta frequentando escola e ficam mais notáveis os comportamentos de desatenção, inquietude, desorganização, entre outros.
Vale lembrar que, crianças são naturalmente inquietas, pois estão a todo tempo descobrindo coisas novas, um mundo novo onde tudo é tão interessante, mas claro, existem alguns limites que devem ser respeitados.
Uma coisa é ser criança, querer brincar o todo tempo, fazer coisas novas e diferentes, descobrir novas amizades e brincadeiras....Outra coisa são as dificuldades em manter-se organizado, atento, tranquilo e também as dificuldades com aprendizagem, devido a falta de atenção ou desorganização.

Temos que estar atentos, tanto os pais quanto professores e demais educadores, para não sermos intolerantes e acabar acreditando que nossas crianças devem ser e comportar-se do jeitinho que desejamos ou julgamos ser o melhor jeito...Nós temos certa tendência a criar modelos ideais de comportamentos e esperamos que eles aconteçam, principalmente com as crianças. Temos expectativas de que os outros se comportem desta ou daquela maneira, esperamos que os outros atendam a nossos desejos e ideais, isso é perigoso. Principalmente na infância a criança é muito original e autêntica, elas estão dia após dia criando o seu jeito de ser, e nós adultos devemos respeitar isso, nem tudo deve ser mudado a nosso goto, algumas coisas devem ser aceitas e ponto :)

Enfim, vimos que os sintomas podem ser prejudiciais sim, principalmente durante a vida escolar e mais adiante no trabalho, devido a falta de atenção e inquietude. Nestes casos, deve-se sim procurar profissionais para poder trabalhar o problema em questão e buscar melhorar a qualidade de vida da criança e consequentemente dos pais e professores. Psicólogo e Psicopedagogo são profissionais mais indicados para esse caso.

Esta ai mais um beneficio da terapia!

Abraços e até breve :)





quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Indicação de Música!

Bem, na ultima matéria que publiquei, falei um pouquinho sobre ansiedade...Agora vou indicar uma música que pode ajudar a relaxar, para aqueles dias que estamos muito ansiosos, ativos e cheios de preocupação, relaxar pode trazer muitos benefícios, experimente!

Aproveite o feriado que se aproxima e relaxe ouvindo uma musiquinha :)

É claro que cada um tem sua maneira de relaxar e seu gosto musical, então relaxe a sua maneira!
Lá vai minha sugestão....

http://www.youtube.com/watch?v=je-RTYbzoEk


Paciência
Lenine

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência

Será que é tempo
Que lhe falta pra perceber ?
Será que temos esse tempo
Pra perder?
E quem quer saber ?
A vida é tão rara
Tão rara

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não...

Será que é tempo
Que lhe falta pra percebe ?
Será que temos esse tempo
Pra perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não

A vida não para

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Ansiedade





Alguns vão se identificar com as imagens, outros não....Afinal, quem nunca...?
...Correu contra o tempo, esteve com muitas coisas para fazer e as pendências passaram a pertubar as noites de sono e a concentração, ou sentiu falta de ar, taquicardia, tremedeira, tensão muscular, boca seca, insegurança, irritabilidade, preocupação excessiva...nossa, são muitos os sintomas, e eles podem sim comprometer nossa qualidade de vida.

De forma geral, a ansiedade é um sentimento projetado no futuro, as pessoas mais ansiosas vivem num estado de alerta constante por conta de uma situação que pode vir a acontecer. Por exemplo, um homem que quer puxar assunto com uma mulher bonita , mas tem medo de ser rejeitado, as sensações que ele pode viver nesse curto momento em que não sabe se deve ir ou ficar, é ansiedade. Ou então aquela garota que quer sair a noite com as amigas mas tem medo de ser assaltada, sequestrada...Enfim, não sabemos se de fato algo ruim poderá acontecer, mas antecipamos esse medo e fantasiamos as possibilidades, e isso gera ansiedade.
Quando falo em ansiedade, tem uma coisa importante e que é muito comum nos mais diversos casos, é a preocupação e o medo do futuro (do que pode acontecer...). As pessoas mais ansiosas estão sempre preocupadas, com o que pode acontecer, se vão dar conta do recado,  se vão conseguir realizar todas as tarefas do dia ou cumprir todos os compromissos da agenda. Existe uma preocupação constante, é como se a pessoa estivesse sempre diante de um desafio, e devesse se preparar para tal...é cansativo física e emocionalmente.

Bem, não é novidade que vivemos em tempos ansiosos, o futuro parece ter mais importância que o presente. Fizemos tantos planos, esperamos pelo natal, pelas férias, pelo aniversário, pela viagem, pelo amor...As vezes o hoje passa despercebido.
Estamos sempre tão atarefados e com tantos compromissos. É fácil para que as coisas boas da vida se tornem uma obrigação ao invés de um lazer, levar o cachorro para passear, encontro com os amigos, mercado, cinema...Haja agenda e "post its" para anotar isso tudo!

As informações não param de chegar, a mídia é um prato cheio para causar ansiedade, afinal, ha tanta coisa acontecendo ao redor do mundo que fica difícil acompanhar todas as noticias, achar tempo para pensar e formar opinião sobre todos os assuntos é tarefa impossível, inclusive frustrante para muitos que tentam.

Alguns estudos apontam que pais ansiosos influenciam e muito aos seus filhos. Por exemplo, as mães mais ansiosas e hiperativas, ao invés de acalmar e encorajar os filhos os deixam mais assutados diante de pequenos incidentes, como um resfriado, um arranhão...Futuramente essa criança poderá ser mais insegura e pouco confiante, o que facilitará o surgimento de sintomas relacionados a ansiedade.

O fato é que a ansiedade pode se tornar um problema ainda maior, pois pode desencadear alguns transtornos, como: transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de pânico, fobias, transtorno obsessivo-compulsivo...Nestes casos, muitos profissionais indicam tratamento medicamentoso, mas com toda certeza deve ser acompanhado de terapia.

Mas, vale lembrar que nem sempre a ansiedade é prejudicial, em  dose ponderada ela nos faz bem. Veja só, em uma pesquisa realizada na Universidade de Stanford os dados revelaram que pessoas ansiosas perdem menos dinheiro, pois fazem as escolhas de investimento com mais cautela, ou medo, pois estão preocupadas com o futuro, lembra?!
Assim como o medo, a ansiedade tem sua função protetora, e é natural e necessária para nossa "sobrevivência". Ela nos prepara diante de desafios.

Como Gestalt Terapeuta em formação, minha intenção não é diagnosticar a ansiedade ou listar aqui os sintomas para que vocês leitores possam se auto diagnosticar. Mesmo porque, em uma visão mais ampla, ansiedade é uma forma de ser, uma forma de contato com o mundo e com as pessoas. Sim, é uma forma que pode gerar desconforto e sofrimento, por isso pode ser trabalhada em terapia. Nós podemos nos permitir conviver com a ansiedade, podemos permitir que nosso corpo a experimente sem medo, podemos nos observar diante dos momentos mais ansiosos e perceber como nos sentimos e quais as reações de nosso corpo, assim estaremos nos conhecendo e aprendendo novas formas de se relacionar com o mundo, talvez menos ansiosas!

Por hoje é isso, espero que possam fazer suas reflexões!
Até breve :)